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Justiça

"Entre os Querubins", plágio praticado pelo cantor gospel Eli Soares

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O cantor gospel Eli Soares, famoso pelos sucessos que emplacou ao longo da sua carreira está sendo cobrado na justiça por regravar uma canção sem autorização: " Entre os Querubins". Perante a lei o caso é considerado plágio e o compositor legal da música busca por meio legais a compensação pelos prejuízos.

Alberto Soares Tavares entrou com um processo na justiça contra o cantor gospel Eli Soares e sua gravadora Universal Music Internacional LTDA. Além de entrar com uma tutela antecipada para retenção de receita, também pede indenização por danos morais.

" Indenização por danos morais pelo uso comercial não autorizado de sua obra. Indenização por danos morais por mudanças não autorizadas no título de sua obra. Indenização por danos morais pela ausência de indicação de autoria da obra musical. Indenização por danos patrimoniais pela exploração econômica não autorizada e pelo aviltamento do valor de sua obra. Indenização por danos patrimoniais pela utilização não autorizada de sua obra para fins de divulgação de shows. Tutela de urgência visando garantir produção antecipada de provas, bem como, a retenção da receita originada pela reprodução, execução ou venda da obra reclamada."

Tavares alega no processo mediante provas, que o cantor Eli Soares fez alteração alteração de nome de obra lítero-musical.

Bem como sua gravação e contrafação para promoção. Ainda e incluiu em shows e cd (compact disc). Também foi para as plataformas de distribuição de músicas através da Internet (Youtube, Spotify, etc), também não autorizados. Além disso fez a sincronização e uso para a fins publicitários para a divulgação de shows.

O compositor que busca na justiça de Eli Soares uma reparação, é faz também trabalho voluntário missionário. Alberto Soares Tavares possui diversas obras registradas. Entre elas, a música “Entre os querubins”, criada em agosto de 1991. No entanto, a música somente foi efetivamente registrada no ano de 2003. A canção consta com registro Seção de Direitos Autorais da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Porém, Tavares descobriu por acaso, que sua música foi regravada pelo cantor gospel Eli Soares sem autorização.

Além da regravação não autorizada, Eli mudou o nome da música de “Entre os querubins” , para "Tu vives entre os querubins”. O diso com a canção, foi lançado pelo Universal, com o título “MEMÓRIAS”. Possui 12 faixas, sendo a música reclamada a de número 6.

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O disco foi comercializado por Eli Soares pelo valor de R$ 22,90 (Vinte e dois reais e noventa centavos). Além da distribuição de CDs a música reclamada foi distribuída em plataformas digitais. A Spotify seria uma delas, como consta em prints no processo, com mais de 600 mil reproduções.

O disco contendo a música pleitada por Alberto como sendo plágio praticado por Eli, acabou sendo indicada ao Grammy, como melhor disco de música gospel em 2017.

A época Eli comentou sobre a indicação nas suas redes sociais e em sites de notícias gospel.

“Confesso que não esperava. Foi uma surpresa que mexeu com a minha estrutura, uma das coisas mais legais que aconteceram comigo este ano, depois do nascimento do meu filho. Estou muito honrado com esse reconhecimento e vou para Las Vegas como seu eu tivesse realmente ganhado o prêmio. É uma emoção que eu vou guardar para o resto da minha vida. A indicação, já é um motivo de sobra para me alegrar. Só tenho que agradecer a Deus, por ter me dado a oportunidade de fazer música, da forma com a qual eu sempre gostei, respeitando as minhas convicções. Obrigado à minha gravadora Universal Music Christian Group, minha banda e toda minha equipe de produção. É um privilégio fazer música e ser reconhecido pelo trabalho que eu faço”

A ação na justiça do compositor contra o cantor gospel pela prática de plágio, pede uma indenização do valor de R$ 144.000,00 (Cento e quarenta e quatro mil reais) .

Entre os Querubins", plágio praticado pelo cantor gospel Eli Soares
Entre os Querubins", plágio praticado pelo cantor gospel Eli Soares
Entre os Querubins", plágio praticado pelo cantor gospel Eli Soares

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Justiça

Cantor gospel filho de Edir Macedo humilha massagista e justiça não perdoa

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Filho de Edir MAcedo condenado pela jusitiça a indenizar massagista

O cantor gospel Moysés Macedo, filho de Edir Macedo, humilhou uma massagista que prestava serviços nos estúdios da Record TV. A mulher que acabou perdendo o emprego, após publicação dele no twiter, vai ser indenizada em R$ 40 mil Reais.

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Uma matéria do site TV Foco, publicada nomês passado, mostra que o cantor gospel, filho de Edir Macedo teria humilhado a massagista na rede social após um serviço realizado por ela.

"Massagem com uma p*** baiana e agora to com nojo", "gorda falei p ela sair de mim e disse 'boa sorte na sua carreira'", "não recomendo que ninguém faça massagem na record e se for fazer cuidado com (nome)" e "ela tem aids", divulgou Moysés Macedo no twiter.

Após a a massagista recorrer a justiça para ser reparada por danos morais, o juiz Marcelo Augusto de Oliveira, da 41ª Vara Cível do Foro Central Cível de São Paulo, decidiu que o cantor gospel terá de a pagar R$ 40 mil Reais a mulher.

Na sentença, de acordo com o portal Jota, a mulher disse que se sentiu humilhada enquanto atendeu Moysés. E que após saber do conteúdo das mensagens, se abalou emocionalmente e foi demitida da empresa que fornecia os serviços à Record

Na decisaõ o juiz Marcelo Augusto Argumentou que "O autor, aproveitando-se da sua posição de superioridade hierárquica, difundida na condição de filho do proprietário da emissora de televisão, julgou-se no direito de fazer pouco da honradez da autora, diminuindo-a e menosprezando-a, em privado e em público, de forma ignóbil e abjeta, com a única finalidade de humilhá-la. É o bilinguis maledictus de que fala a Bíblia", pontuou o magistrado.

A justiça foi favorável a mulher, mesmo que a defesa do filho de Edir Macedo tenha alegado que ele não se lembra de ter feito uso da massagem no canal. Também questionou a veracidade da informação do TV Foco, já que o perfil não pertenceria a ele. A defesa ainda acrescentou que o fato de Moysés ser conhecido no meio gospel pode, ter sido motivo para a criação de contas falsas.

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